(Source: realidadesdeummenino)
(Source: realidadesdeummenino)
“Seja 8 ou 80”. Tanto faz. Só não fique entre os dois. Não tenha dúvidas. Seja um, seja outro, nunca os dois. Termine algo, ou comece com intenção de não parar. Pegue para não soltar, ou solte de uma vez. Fique distante, ou se aproxime logo, sem manias, sem frescuras. Não tenta ser o que não é. Fantasias são legais, mas acabam. Não é legal cair em um abísmo, só se você quiser. Mesmo que te sufoque, seja 8, 80, nada de números ímpares. Faça os minutos ficarem mais interessantes, assim você dá valor neles, e passa a ser mais rápido. Nada de querer ser igual aos outros. Vá em busca de um mundo melhor. Ou não. Que se exploda. Erre, mas erre com intenção e certeza. É isso o que você quer? Sim ou não? Nada de perguntas. 8 ou 80, lembra? Então. Quando você quer, você quer e pronto. Se algo te impedir, atropela, quebra, se livra, mas segue em frente.
Na minha vida teve aquele momento em que, eu passei a sentir falta, muita falta. Implorei pra que tudo voltasse a ser como era antes. Joelhos ralados, barriga cheia, raspar o prato era a única preocupação. Senti falta do que já foi e não volta, principalmente de mim mesmo. Eu, isso mesmo. Era uma pessoa feliz, era sim. Se preocupava com as pessoas, dava amor, cuidava e recebia o mesmo em troca. Até quebrarem o meu coração… Desde então mudei muito. Passei a desconfiar de tudo o que me diziam, de todos. Me tornei uma pessoa fria, mas apenas por fora. Um tipo de proteção, sabe? Defesa, alias. Pois lá dentro, continua tudo igual. Virei aquela pessoa, grossa e calculista, um ser humano lixo. Comecei a pensar mais em mim mesmo, me fechei completamente. Por um lado é até bom, menas decepções, mas existe as desvantagens nisso tudo, não acredito mais em absolutamente nada, por mentirem pra mim, todas as verdades passaram a ser duvidosas. E isso não é muito bom, por que perdi pessoas que realmente eram verdadeiras, que estavam dispostas a cuidar de mim, de verdade; mas por não entender esse jeito, fechado, frio… Foram embora, eu perdi, deixei escapar por causa de tudo o que já me aconteceu, mas é inevitável isso. Digo, isso que me tornei agora não consigo mudar, esse sou eu. Não queria ter me tornado isso, mas tornei. Não consigo mudar, então me entender não é uma tarefa fácil, alias. É difícil, muito difícil. Complicado demais. Por isso se me encontrar, tenta me entender e não desista de mim na primeira oportunidade, ando precisando de quem me faça sorrir, não que me faça mudar -pois não dá pra simplesmente voltar a ser como era antes,esse é o agora- mas que me faça feliz.
(Source: alcooltecimentos)
Daqui para frente tudo será diferente. Eu sinto a mudança tomando conta de todo o meu ser. Ser alguém novo para viver uma vida nova. Mudar meus hábitos, mudar a trilha sonora dos meus passos. Esquecer o que já não volta mais, não esperar tanto do futuro, viver o hoje como se não houvesse amanhã. Definitivamente, trancar o baú de más lembranças e decepções, jogar a chave fora, reinventar. Sair por aí, não passar mais tanto tempo no velho comodo de quatro paredes de sempre. Sem amarras, sem promessas, sem ter que me preocupar com alguém que não se preocupa comigo. Não, não quero mais preocupações comigo, resolvi deixar-me livre. Quero arriscar, quebrar a cara, levantar, continuar, aprender, vencer. Não quero mais essa solidão. Quero sentir o vento passar pelo meu rosto arrancando cada partícula do ontem. Recomeçar, inovar, surpreender; essas são as três únicas palavras que ousarei em dizer para alguém de agora em diante.
(Source: onlyasolitary)
O que mais dói é pensar nas impossibilidades e se afogar nas mágoas junto á elas.
(Source: theunsayable)
“Não sou boa com números. Com frases-feitas. E com morais de história. Gosto do que me tira o fôlego. Venero o improvável. Almejo o quase impossível. Meu coração é livre, mesmo amando tanto. Tenho um ritmo que me complica. Uma vontade que não passa. Uma palavra que nunca dorme. Quer um bom desafio? Experimente gostar de mim. Não sou fácil. Não coleciono inimigos. Quase nunca estou pra ninguém. Mudo de humor conforme a lua. Me irrito fácil. Me desinteresso à toa. Tenho o desassossego dentro da bolsa. E um par de asas que nunca deixo”.
Fernanda Mello